minisom uma marca amplifon
02 Junho 2017
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Amplifon adquire a Minisom em Portugal

É com grande satisfação que anunciamos que, no âmbito da consolidação da sua liderança mundial, e do projeto de expansão e proximidade ao consumidor em Portugal, o Grupo Amplifon adquiriu a reconhecida empresa de soluções auditivas Minisom.

Amplifon e Minisom estão agora juntas para prestar um serviço de qualidade e excelência a todos os seus clientes e aos portugueses em geral.

"Minisom, uma marca Amplifon” é a nossa nova assinatura, que resulta da vontade de aliar a experiência de mais de 65 anos do Grupo Amplifon, líder mundial em soluções auditivas, ao reconhecimento que a marca Minisom possui no mercado nacional.

Estamos mais perto dos portugueses, com todas as vantagens que já conhece:

  • A experiência auditiva mais completa e precisa
  • Uma gama mais alargada de soluções auditivas, com a mais recente tecnologia
  • Profissionais altamente qualificados
  • Assistência técnica garantida a todos os clientes Amplifon e Minisom 
  • Prémios Confiança atribuídos pelos consumidores
  • Rede alargada de centros auditivos
  • Assistência a nível internacional, com mais de 9.000 centros auditivos em 22 países
  • 65 anos de experiência do Grupo Amplifon


Da próxima vez que se dirigir ao seu centro auditivo habitual irá, provavelmente, notar que mudámos a nossa imagem… mas a equipa que o(a) tem acompanhado vai lá estar para o receber e apoiar, como sempre o fez!
 
Caso ainda não seja nosso cliente, usufrua do nosso completo Exame Auditivo 360º, gratuito, em qualquer um dos nossos centros auditivos em Portugal e fique a saber, com detalhe, como está a sua saúde auditiva. 

Para garantir já a sua consulta, gratuita, clique AQUI.

Venha descobrir o nosso novo mundo em Portugal!

Jun 2th 2017
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10 Março 2017
Categoria Notícias

Perda auditiva não diagnosticada pode aumentar isolamento social

Um estudo recente realizado pela Universidade de Columbia Britânica no Canadá (University of British Columbia, UBC), publicado na revista Ear and Hearing, revelou que a perda auditiva desconhecida e não tratada está associada a um aumento significante de risco de isolamento social, em especial em pessoas com idades compreendidas entre 60 e 69 anos de idade. 
10 Março 2017
Categoria Notícias
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Porque é que uma viagem nas alturas pode causar complicações à nossa audição?

 Problemas auditivos no aviao
01 Fevereiro 2017
Categoria Notícias

Porque é que uma viagem nas alturas pode causar complicações à nossa audição?

As viagens de avião ocorrem em grandes altitudes, normalmente em torno dos 10.000 metros de altura. Convém assim recordar algumas leis da física: à medida que a altitude aumenta, a pressão do ar diminui. Ora, para evitar que os passageiros se sintam mal, as cabines dos aviões são pressurizadas como se estivéssemos a uma altitude equivalente aos 2.000 metros acima do nível do mar. Por causa da diminuição da pressão, a presença do oxigênio no ar diminui e os gases dentro do nosso corpo aumentam de volume. 


Normalmente, as pessoas conseguem suportar bem a mudança de pressão até determinados níveis, mas mesmo assim podem acontecer problemas nos ouvidos.

Dentro do ouvido médio, a pressão normalmente é igual à de fora do nosso corpo. Sempre que a pressão da cabine do avião desce, cria-se uma diferença de pressão entre o ouvido médio e o ambiente da cabine. Esta situação bloqueia a trompa de Eustáquio e pode provocar a sensação de ouvido tapado e uma complicação chamada de barotrauma. Sempre que isso acontecer, o passageiro sente uma pressão forte dentro do ouvido e, por vezes, dor. Neste caso será necessário “desentupir” os ouvidos.

Que medidas se devem tomar para prevenir estes problemas?

O risco pode ser reduzido com manobras que promovam a abertura da trompa de Eustáquio, como por exemplo, através da ativação dos músculos da mastigação e da deglutição ou do aumento forçado suave da pressão da nasofaringe. Assim, são estes os nossos conselhos para prevenir, ou resolver, estes sintomas: 

  • Mobilizar a musculatura de mastigação e deglutição durante os procedimentos de decolagem e aterragem (mastigar e deglutir algum alimento, uma pastilha, beber pequenas quantidades de líquidos). As crianças devem ingerir líquidos
  • Manobra de Valsalva (expiração suavemente forçada, com a boca fechada e os dedos comprimindo o nariz)

E se os ouvidos não “desbloquearem”?

Se algumas horas depois de sair do avião os seus ouvidos continuarem “bloqueados” ou a dor persistir, deve consultar um médico otorrinolaringologista. 
Uma nota final para referir que os utilizadores de aparelho auditivo, idealmente, devem retirá-lo durante o trajeto de avião e só voltar a coloca-lo quando chegarem ao destino.

Todas as informações contidas neste texto possuem um caráter informativo, não substituindo, em hipótese alguma, as orientações de seu médico.

Jan 20th 2017
Categoria Notícias