Fadiga e má disposição consequências da falta de aparelho auditivo.
02 Janeiro 2017
Categoria Notícias

Fadiga e má disposição são uma das consequências da falta de utilização de um aparelho auditivo

Fadiga severa e problemas relacionados com a disposição são comuns entre os que, registando perda auditiva, não utilizam um aparelho auditivo para os ajudar. Este é a principal aprendizagem que se pode retirar de um estudo realizado por pesquisadores do departamento auditivo e da ciência da fala da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos da América.


O estudo revelou também que os adultos que procuraram ajuda para ultrapassar as suas dificuldades auditivas eram menos propensos a relatar um baixo vigor e cansaço. A investigação concluiu que as consequências psicológicas negativas e a perda auditiva estão fortemente associadas com as avaliações subjetivas de fadiga e que a utilização regular de um aparelho auditivo melhora a qualidade de vida e reduz os impactos negativos da própria perda auditiva.

De uma forma geral, destacaram-se também como efeitos positivos da utilização de um aparelho auditivo, a melhoria da vida social dos seus utilizadores, a participação em atividades de grupo e nas relações familiares.

Fontes: www.audiology-worldnews.com, www.ehima.com (EuroTrak) “Evaluation of the Social and Economic Costs of Hearing Impairment", Hear-it AISBL

 

02 Janeiro 2017
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Novos conhecimentos para a compreensão do tinnitus

 Novos conhecimentos para compreensão de tinnitus
10 Novembro 2016
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Novos conhecimentos para a compreensão do tinnitus

Um estudo publicado na eLife, uma revista americana científica voltada para ciências da vida e biomédicas, revelou recentemente novas descobertas para o entendimento do tinnitus e da hiperacusia. 

As causas de tinnitus ainda são desconhecidas, mas agora cientistas de diversas universidades internacionais dos Estados Unidos da América, China e Canadá, apresentaram novos conhecimentos que permitirão um melhor entendimento destas patologias. Espera-se que estes novos dados possam conduzir, num futuro próximo, a um melhor e mais eficaz tratamento do tinnitus, que frequente causa hiperacusia.

Os resultados do estudo sugerem que a rede neural responsável pelo tinnitus é mais abrangente do que se imaginava. Esta informação vai agora permitir o desenvolvimento de modelos que identifiquem qual região ou regiões do cérebro que podem ser responsáveis pela causa de tinnitus e hiperacusia.

Onde e como o tinnitus ocorre no cérebro ainda não se sabe ao certo, mas Richard Salvi, um dos autores do estudo e diretor da universidade de Buffalo University of Buffalo’s Center for Hearing and Deafness, afirmou que alguns estudos, utilizando ressonâncias magnéticas, mostram que a atividade anormal implícita do tinnitus e da hiperacusia não está limitada a uma região específica do cérebro, na verdade envolve a região da rede neural.

Para além da perda auditiva muitos pacientes comunicam também que padecem de stress e ansiedade com o surgimento de tinnitus, prejudicando assim grandemente a sua vida diária.

Fonte:www.buffalo.edu

10 Novembro 2016
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