Fadiga e má disposição consequências da falta de aparelho auditivo.
02 Janeiro 2017
Categoria Notícias

Fadiga e má disposição são uma das consequências da falta de utilização de um aparelho auditivo

Fadiga severa e problemas relacionados com a disposição são comuns entre os que, registando perda auditiva, não utilizam um aparelho auditivo para os ajudar. Este é a principal aprendizagem que se pode retirar de um estudo realizado por pesquisadores do departamento auditivo e da ciência da fala da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos da América.


O estudo revelou também que os adultos que procuraram ajuda para ultrapassar as suas dificuldades auditivas eram menos propensos a relatar um baixo vigor e cansaço. A investigação concluiu que as consequências psicológicas negativas e a perda auditiva estão fortemente associadas com as avaliações subjetivas de fadiga e que a utilização regular de um aparelho auditivo melhora a qualidade de vida e reduz os impactos negativos da própria perda auditiva.

De uma forma geral, destacaram-se também como efeitos positivos da utilização de um aparelho auditivo, a melhoria da vida social dos seus utilizadores, a participação em atividades de grupo e nas relações familiares.

Fontes: www.audiology-worldnews.com, www.ehima.com (EuroTrak) “Evaluation of the Social and Economic Costs of Hearing Impairment", Hear-it AISBL

 

02 Janeiro 2017
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Medicamentos podem causar deficiência auditiva

 Medicamentos podem causar deficiência auditiva
03 Novembro 2016
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Medicamentos podem causar deficiência auditiva

Certos tipos de fármacos à venda no mercado podem causar deficiência auditiva temporária ou permanentemente. Segundo a Americana Speech-Language-Hearing Association (ASHA), nos Estados Unidos da América foram identificados mais de 200 medicamentos causadores de diversos tipos de deficiências auditivas

Os medicamentos ototóxicos, usados parar tratamento de infeções mais graves, de tumores e de doenças cardíacas, por exemplo, são alguns dos visados. Entre eles, incluem-se alguns tipos de antibióticos aminoglicosídicos; especialmente a gentamicina, a streptomicina e a neomicina; as drogas usadas em quimioterapias, como a ciclosfosmida, a cisplatina, a bleomicina e a carboplatina; e outros tipos de medicamentos como a furosemida e a bumetanida, utilizados no tratamento da tensão arterial elevada e da insuficiência cardíaca. 

A perda auditiva, que se concretiza quando os fármacos começam a danificar as células sensoriais da cóclea no ouvido interno, é mais comum entre pessoas com doenças renais ou com problemas auditivos anteriores, segundo um site americano, WebMD.com. Neste website, responsável pela transmissão de informação sobre saúde, poderá também encontrar a lista dos medicamentos acima visados.

Fonte: www.daily-chronicle.com

03 Novembro 2016
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